SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA

Um risco comum associado à vulnerabilidade é a VIOLÊNCIA.
Por diversos motivos, nem sempre é possível identificar situações de violência que estão sendo vivenciadas. Algumas passam despercebidas, outras são banalizadas ou até romantizadas.

 

A violência pode ser definida como um ato isolado ou contínuo, mas sempre têm um objetivo comum: magoar, humilhar, controlar e assustar. Mesmo que de forma inconsciente.

 

A violência pode ser perpetrada por qualquer pessoa contra qualquer pessoa, mas é muito mais frequente contra mulheres e transexuais.

Por terem um impacto muito destrutivo sobre as vítimas (às vezes pelo resto da vida), citamos alguns exemplos de atos violentos comumente exercidos.

VIOLÊNCIA FÍSICA

Por exemplo, quando o(a) parceiro(a):
 

empurra;
 

agarra ou prende;
 

atira objetos;
 

dá socos e/ou chutes;
 

ameaça usar a força física ou a agressão.

VIOLÊNCIA VERBAL

Por exemplo, quando o(a) parceiro(a):
 

xinga e/ou grita;
 

humilha o outro, através de críticas e comentários negativos;
 

intimida e ameaça o outro.

VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA

Por exemplo, quando o(a) parceiro(a):
 

estraga objetos do outro;
 

controla a maneira de vestir do outro;
 

controla o que o outro faz nos tempos livres e ao longo do dia;
 

telefona ou envia mensagens obsessivamente;
 

ameaça terminar a relação como estratégia de manipulação;
 

não permite que o outro termine a relação.

VIOLÊNCIA SOCIAL

Por exemplo, quando o(a) parceiro(a):
 

humilha, envergonha ou tenta deteriorar a imagem do outro em público;

mexe, sem consentimento, no telefone celular, e-mails ou nas contas de redes sociais do outro;

proíbe o outro de conviver com os amigos e/ou familiares.

VIOLÊNCIA SEXUAL

Por exemplo, quando o(a) parceiro(a):

obriga o outro a praticar atos sexuais (sexo vaginal, sexo oral e/ou sexo anal), mesmo quando aquele diz “não”;

acaricia o outro ou força carícias, sem que aquele permita.

CONSENTIMENTO 
Significa concordância, estar de acordo.


Quando você consente em ter contato sexual com outra ou outras pessoas, você concorda sem qualquer constrangimento em participar de uma relação onde seu corpo estará envolvido.

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CONTATO SEXUAL
Pode ser qualquer contato físico:

desde um carinho até uma transa.

O contato sexual consentido exprime a vontade que as pessoas envolvidas têm de realizarem aquela atividade sexual - seja pelo toque, pela boca ou pelos genitais. 
 

As pessoas envolvidas SEMPRE precisam concordar com o contato sexual, toda e a cada vez que ele ocorrer.

Por isso, antes de ter qualquer contato sexual com alguém, seja honesta(o) com seu parceiro(a) sobre o que você quer e o que você não quer fazer.

VAMOS FALAR SOBRE CONSENTIMENTO?​

Consentir é optar sem pressão,
sem manipulação ou sem influência

de drogas ou álcool.

Todos podem mudar de ideia

sobre o que querem fazer a qualquer momento. Mesmo se você já tiver feito a mesma coisa outras vezes e mesmo se vocês já estiverem pelados na cama.

Se você e o seu parceiro(a) combinarem que vão

usar camisinha

e na hora “H” ele(a) se recusar a usar,

você não deu o seu consentimento total

àquele ato sexual e tem o direito

de não aceitar e proteger seu corpo.

Quando se trata de sexo,

você só deve fazer o que você quer,

e não o que você acha

que esperam que você faça.

 Dizer sim para um tipo

de contato sexual

(por exemplo, tirar uns sarros no quarto) 

não significa que você está dizendo sim para outras coisas (como transar, por exemplo).

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Agressão sexual, estupro, abuso, violência, @nossoinstituto, Nosso Instituto, Ana Teresa Derraik
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